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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Aparecidense e massagista-goleiro punidos pelo CBJD


Por três votos a um, Aparecidense é punido com a perda de pontos e consequente exclusão do Campeonato Brasileiro da Série D, além de multa de R$ 100,00.
 
O massagista Romildo Fonseca da Silva, o Esquerdinha, levou multa de R$ 500,00 e 24 jogos de suspensão. O árbitro Arilson Bispo da Anunciação foi absolvido. Paulo Valed Perry (ao meio) foi o único a votar pela marcação de um novo jogo. Clube goiano tem três dias para recorrer da decisão.
 
Lembrando o caso: em partida pelas oitavas de final do Campeonato Brasileiro da Série D, o massagista da equipe do Aparecidense entrou em campo e impediu um gol da equipe adversária. O julgamento aconteceu ontem, dia 16 de setembro no STJD.
 
A agremiação foi punida com base no artigo 205 do CBJD:
 
"Art. 205. Impedir o prosseguimento de partida, prova ou equivalente que estiver disputando, por insuficiência numérica intencional de seus atletas ou por qualquer outra forma.
 
PENA: multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais), e perda dos pontos em disputa a favor do adversário, na forma do regulamento.
 
§ 2º Se da infração resultar benefício ou prejuízo desportivo a terceiro, o órgão judicante poderá aplicar a pena de exclusão do campeonato, torneio ou equivalente em disputa"
 
Ocorre que a meu ver o artigo empregado não é o mais adequado. A punição deveria ser norteada pelo artigo 243-A do CBJD:
 
"Art. 243-A. Atuar, de forma contrária à ética desportiva, com o fim de influenciar o resultado de partida, prova ou equivalente. (Incluído pela Resolução CNE nº 29 de 2009).
 
PENA: multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais), e suspensão de seis a doze partidas, provas ou equivalentes, se praticada por atleta, mesmo se suplente, treinador, médico ou membro da comissão técnica, ou pelo prazo de cento e oitenta a trezentos e sessenta dias, se praticada por qualquer outra pessoa natural submetida a este Código; no caso de reincidência, a pena será de eliminação. (Incluí- do pela Resolução CNE nº 29 de 2009).
 
Parágrafo único. Se do procedimento atingir-se o resultado pretendido, o órgão judicante poderá anular a partida, prova ou equivalente, e as penas serão de multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais), e suspensão de doze a vinte e quatro partidas, provas ou equivalentes, se praticada por atleta, mesmo se suplente, treinador, médico ou membro da comissão técnica, ou pelo prazo de trezentos e sessenta a setecentos e vinte dias, se praticada por qualquer outra pessoa natural submetida a este Código; no caso de reincidência, a pena será de eliminação."

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A quem interessar possa...

Sérgio Rosa Sales, de 24 anos, primo do ex-goleiro do Flamengo Bruno que colaborou com as investigações no caso do assassinato de Elisa Samúdio foi morto nesta quarta-feira, dia 22 de agosto, em Minaslândia, Belo Horizonte.
 
A vítima era réu no processo junto com o atleta e outras pessoas, e estava fora da cadeia desde o dia 11 de agosto por ter colaborado com as investigações.
 
Segundo a PM, ainda não há dados sobre motivação, mas informações iniciais dão conta de que Sales estava saindo de casa para trabalhar quando foi perseguido por dois homens em uma motocicleta. Ele teria tentado se esconder em uma casa quando foi morto. O local é próximo à casa da vítima. A PM disse que o primo do goleiro Bruno foi atingido por seis tiros, entre eles, no rosto, na barriga e na mão. "Pelo número de disparos, a tentativa era de execução", disse o sargento da Polícia Militar (PM), Célio José de Oliveira.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

ZZZZZzzzzzzzz......

Roma, 10 jun (EFE).- O goleiro Marco Paoloni, um dos principais investigados por conta da suposta fraude de combinação de resultados na Itália, negou em depoimento concedido nesta sexta-feira que tenha dado tranquilizantes aos companheiros de Cremonese para condicionar o resultado de um jogo disputado no final do ano passado.

Paoloni, atualmente no Benevento, foi interrogado durante mais de seis horas nesta sexta-feira pelo promotor de Cremona, que segue a investigação da suposta rede de apostas.

Segundo a imprensa italiana, que não aponta fontes, durante o interrogatório, o arqueiro negou ter drogado os companheiros de equipe, como suspeitam os investigadores.

Ainda segundo as pessoas ouvidas, o jogador declarou que se encontrava em dificuldades econômicas e tinha dívidas, por isso ficou tentado a ganhar algum dinheiro prometendo a alguns dos suspeitos de liderar a máfia influenciar os resultados dos jogos.

No entanto, Paoloni garantiu perante a Promotoria que na realidade nunca fez nada para prejudicar sua equipe e sempre deu o melhor de si dentro de campo.
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